{"id":1021,"date":"2019-12-26T11:43:05","date_gmt":"2019-12-26T14:43:05","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.grandecircular.com\/biztecnologia\/?p=1021"},"modified":"2019-12-28T10:25:34","modified_gmt":"2019-12-28T13:25:34","slug":"vertipaq-o-coracao-do-power-bi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.grandecircular.com\/biztecnologia\/blog\/vertipaq-o-coracao-do-power-bi\/","title":{"rendered":"Vertipaq o cora\u00e7\u00e3o do Power BI"},"content":{"rendered":"\n<p>Em muitas das minhas visitas e treinamento a clientes, tenho ouvido a seguinte frase &#8211; .&#8221;..Lembra do Power Pivot? A Microsoft tirou ele do Excel e deu outro nome, Power BI&#8230;&#8221; &#8211; Ali\u00e1s, essa n\u00e3o \u00e9 uma frase que soa bem aos meus ouvidos, chego a ter uns calafrios (risos). Entretanto, l\u00e1 no fundo ele tem raz\u00e3o, ou pelo menos parte dela. A Microsoft come\u00e7ou a fazer o uso de tecnologia de dados em mem\u00f3ria no SQL Server 2008 R2. Foi quando lan\u00e7aram o plug-ing, Power Pivot do Excel. Esse plug-in dava suporte a um n\u00famero superior de linhas no Excel e tamb\u00e9m a possibilidade de fazer upload dos seus workbooks para o Sharepoint. Acontece que, essa tecnologia era chamada de <strong>xVelocity in-memory analysis engine<\/strong><em> <\/em>ou <em><strong>Vertipaq<\/strong><\/em>, a mesma que \u00e9 utilizada at\u00e9 hoje em diversos servi\u00e7os da MS. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Evolu\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p><br>Entretanto, na vers\u00e3o seguinte no SQL Server 2012, a Microsoft refez o motor <strong>Vertipaq<\/strong>. Evoluiu suas funcionalidades e o adicionou como um servi\u00e7o para ser instalado junto com a ISO do SQL Server. Enfim, esse servi\u00e7o foi chamado de <strong><em>Analysis Services Tabular Model<\/em><\/strong>. Assim como no Excel, com <em><strong>Analysis Services Tabular model, <\/strong><\/em>era poss\u00edvel importar dados de diversas fontes, fazer o uso de DAX para cria\u00e7\u00e3o de campos calculados anal\u00edticos, criar relacionamentos entre tabelas e realizar toda a sem\u00e2ntica do seu modelo. Bem como, habilitava tamb\u00e9m a possibilidade de utilizar modelos tabulares, normalizados ou n\u00e3o, e n\u00e3o dependia apenas de modelos multidimensionais como na vers\u00e3o j\u00e1 existente do SSAS.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saindo do amadorismo<\/h3>\n\n\n\n<p><br>Com a vers\u00e3o seguinte, o SQL Server 2014, a Microsoft fez alguns aprimoramentos nos servi\u00e7os do SSAS tabular. Algumas funcionalidades que o tornou mais robusto e flex\u00edvel. Entretanto, em 2015 em conjunto com toda a expectativa que a MS criou para o lan\u00e7amento da vers\u00e3o do SQL Server 2016, tamb\u00e9m veio a not\u00edcia do lan\u00e7amento do Power BI. Uma ferramenta totalmente diferente, que habilitava novas funcionalidades, cruzamento de dados com diversas origens. Era poss\u00edvel relacionar dados de um arquivo csv, com dados de uma tabela do SQL Server. Criar campos calculados, relacionamentos entre tabelas e fazer toda a sem\u00e2ntica do modelo. Tudo isso seria uma tarefa f\u00e1cil, com apenas alguns cliques e voc\u00ea teria tudo pronto. Depois de tantos anos, ter\u00edamos uma solu\u00e7\u00e3o corporativa de BI e finalmente fora do Excel. <\/p>\n\n\n\n<p>Inegavelmente, um produto totalmente novo e revolucion\u00e1rio, que atendia ao novo e emergente mercado de Data Discovery, a democratiza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o. Contudo, o que a Microsoft n\u00e3o contou \u00e9 que, de novidade o Power BI s\u00f3 tinha a cara. O que rodava (roda) por tr\u00e1s, era nada mais e nada menos que uma inst\u00e2ncia do Analysis Services Tabular Model. Exatamente, se tiver curiosidade, fa\u00e7a o teste. Abra o Power BI e verifique no gerenciador de tarefas na aba de servi\u00e7os, e voc\u00ea ver\u00e1 uma inst\u00e2ncia do Analysis Services em execu\u00e7\u00e3o.<br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"578\" height=\"158\" src=\"https:\/\/sites.grandecircular.com\/biztecnologia\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Sem-t\u00edtulo.png\" alt=\"Analysis Services Engine\" class=\"wp-image-1022\" srcset=\"https:\/\/sites.grandecircular.com\/biztecnologia\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Sem-t\u00edtulo.png 578w, https:\/\/sites.grandecircular.com\/biztecnologia\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Sem-t\u00edtulo-300x82.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 578px) 100vw, 578px\" \/><figcaption>Servi\u00e7o do Analysis Services rodando no Power BI Desktop<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Continuidade do Power BI<\/h3>\n\n\n\n<p>Desde ent\u00e3o, esses dois servi\u00e7os v\u00eam sendo um dos principais alvos de investimento da MS. O Power BI possui uma periodicidade de lan\u00e7amento de features mensais, durante tr\u00eas anos seguidos. Isso possibilita a evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o somente do pr\u00f3prio Power BI Desktop, j\u00e1 que o SSAS Tabular(Vertipaq) \u00e9 o principal motor, mas como do Power BI Services, ambiente que hospedas cubos de todos os usu\u00e1rios ao redor do mundo.<br>Por hoje foi s\u00f3 uma historinha para contextualizar voc\u00eas, esse assunto vou dividir em tr\u00eas partes. Na pr\u00f3xima vou falar um pouquinho de como \u00e9 o funcionamento do Vertipaq Engine. <\/p>\n\n\n\n<p>Biz e <a href=\"https:\/\/sites.grandecircular.com\/biztecnologia\/solucoes\/analytics\/\">Analytics<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Saiba mais na<a href=\"https:\/\/powerbi.microsoft.com\/pt-br\/\"> Microsoft.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em muitas das minhas visitas e treinamento a clientes, tenho ouvido a seguinte frase &#8211; .&#8221;..Lembra do Power Pivot? 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